Advogados dizem que laudo não comprova estupro

Advogados Pedro Jarbas e Berilo Freitas 
Os advogados de Marcus Renato Pinto, suspeito de estuprar a sobrinha menor de 15 anos, ajuizaram na semana passada no Fórum de Itapecuru-Mirim pedido de revogação de prisão preventiva.

Segundo o advogado Berilo Freitas, o laudo de conjunção carnal realizado por peritos do Instituto Médico Legal e ratificado por um renomado médico legista, afirma que não existe sinais de que o suspeito tenha usado de violência para manter relações sexuais com a vítima.

Ainda segundo o advogado Berilo Freitas, o exame de corpo de delito aponta que a lesão corporal sofrida pela vítima ocorrera quando ela andava a cavalo e decorrente do atrito de sua pele com a vegetação local. 

Para o advogado, não se pode atribuir o crime de estupro a seu cliente se todos os laudos são categóricos em afirmar que não há vestígios de violência praticados por ele.

“Tanto o laudo de conjunção carnal quanto o de corpo de delito, afirmam que em momento algum meu cliente exerceu qualquer tipo de violência contra a vítima. Por isso, impetramos um pedido de revogação de prisão preventiva por entender que não estão presentes os pressupostos para caracterizar o crime de estupro,” afirmou.

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